A edição de sexta-feira (26) da revista Science traz uma carta assinada por 602 cientistas de instituições europeias pedindo para que a União Europeia (UE), segundo maior parceiro comercial do Brasil, condicione a compra de insumos brasileiros ao cumprimento de compromissos ambientais.

Em linhas gerais, o documento faz três recomendações para que os europeus continuem consumindo produtos brasileiros, todas baseadas em princípios de sustentabilidade. Pede que sejam respeitados os direitos humanos, que o rastreamento da origem dos produtos seja aperfeiçoado e que seja implementado um processo participativo que ateste a preocupação ambiental da produção - com a inclusão de cientistas, formuladores de políticas públicas, comunidades locais e povos indígenas.

O grupo de cientistas tem representantes de todos os 28 países-membros da UE. O teor da carta ecoa preocupações da Comissão Europeia - órgão politicamente independente que defende os interesses do conjunto de países do bloco político-econômico - que há cerca de quatro anos vem estudando como suas relações comerciais impactam o clima mundial.

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Um projeto de mestrado desenvolvido na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP criou dois substratos para telhados verdes: o primeiro à base de bagaço de cana-de-açúcar, e o segundo com fibras de coco verde. A pesquisa apresentou resultados sempre iguais ou superiores aos do substrato controle utilizado e gerou uma patente para a Agência USP de Inovação (Auspin) da USP.

Telhados verdes são modelos de plantação em telhados, em que podem ser cultivadas desde gramíneas até hortaliças. Os Jardins Suspensos da Babilônia costumam ser apontados como um exemplo primitivo dessa técnica, mas os tetos verdes como os conhecemos hoje só passaram a ser desenvolvidos durante o século 20, com o crescimento dos grandes centros urbanos. A principal vantagem das coberturas verdes é que elas mitigam diversos problemas ambientais das cidades, como o impacto da chuva ácida e o aparecimento de ilhas de calor. Na cidade de São Paulo, lugares como a Fundação Cásper Líbero e o Shopping Eldorado já possuem telhados verdes visando minimizar esses problemas.

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HUNTSVILLE, Ala. — At the end of a cul-de-sac called Fresh Way, two bright green structures the size of shipping containers gleam in the warm sunlight, quietly sucking from the air the carbon dioxide that is warming the planet.

One structure houses computer monitors and controls. Atop the other, large fans draw air through slabs made of honeycomb-style ceramic cubes. The cubes hold proprietary chemicals that act like sponges, absorbing carbon dioxide at room temperature. Every 15 minutes, the slabs rotate and the cubes are heated, releasing a stream of 99 percent pure carbon dioxide into a shiny steel pipe.

This is Global Thermostat, one of just three companies at the leading edge of the hunt for ways of skimming carbon dioxide from the air. It is a tiny step, but a hopeful one, toward reducing global warming. Amid a steady drumbeat of grim news about climate change, more and more people are captivated by the idea that a feasible process can help offset decades of damage to the atmosphere.

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