Para o país que tem a maior reserva de água doce do mundo, o Brasil vem sofrendo secas demais. Só nos últimos anos, enfrentamos uma seca severa em São Paulo e em outros Estados do Sudeste, decretamos racionamento de água em Brasília e observamos perplexos à maior sequência de anos de seca registrada em um Nordeste já castigado por estiagens.

Tentamos solucionar essas crises da forma mais tradicional possível: com campanhas para a população economizar água, rodízios, racionamentos e obras de infraestrutura "cinza" - construção de canais, transposições e reservatórios. Essas soluções podem ter funcionado no passado, mas num cenário de mudanças climáticas agravado, não serão mais suficientes. O Sistema Cantareira é uma prova disso: poucos anos depois da crise hídrica de São Paulo, seus reservatórios voltaram a sofrer e hoje estão com apenas um terço da sua capacidade. Precisamos ser mais criativos se quisermos evitar crises piores.

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promobe 001Uma revolução silenciosa: série sobre mobilidade elétrica. Filme 2: Modais elétricos individuais e compartilhados Bicicletas, carros e scooters já fazem parte do cotidiano de usuárias/os em grandes centros urbanos brasileiros. Neste segundo vídeo do PROMOB-e, apresentamos como diferentes veículos elétricos estão transformando a relação das pessoas com as cidades. Realizado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pela Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ no Brasil, o PROMOB-e atua pela consolidação da mobilidade elétrica no Brasil. (www.promobe.com.br)

 

O pré-sal voltou a ser a grande estrela do cenário que trouxe ânimo novo à indústria de petróleo e gás no país, após a retomada dos leilões de áreas exploratórias pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Até 2054, os investimentos deverão chegar a R$ 1,8 trilhão e a arrecadação, a R$ 6 trilhões. São R$ 167 bilhões ao ano, o que equivale ao déficit fiscal atual do país. A produção do pré-sal representa 53% de todo o petróleo e gás natural extraído nas bacias sedimentares brasileiras.

– O Brasil precisa converter esse potencial em recursos para retirar milhões de pessoas da pobreza – afirmou o diretor-geral da ANP, Décio Oddone, durante palestra no seminário “Debates do Brasil – Os caminhos do futuro do óleo e gás no país”, realizado pelo Jornal O Globo com apoio do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), no dia 28 de agosto, no auditório da Maison de France, no Centro do Rio.

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