Um acordo para limitar o volume mundial de resíduos plásticos foi assinado por 187 países – da Noruega à Nicarágua. O Brasil, assim como Estados Unidos e Argentinas, se opuseram à iniciativa definida na reunião ocorrida em Genebra (Suíça), que permitiu introduzir emendas principalmente nas convenções de Basileia e Estocolmo, para controlar melhor o tráfego internacional e o impacto ambiental do lixo plástico.

Por serem mal administrados, grande parte desses rejeitos poluentes vão parar todos os anos nos mares. Calcula-se que até 2050 eles deverão superar a quantidade de peixes nas águas do mundo. A iniciativa proposta pelas Organização das Nações Unidas (ONU) visa a reduzir, a partir de 2020, a quantidade de resíduos plásticos difíceis de reciclar enviados para nações mais pobres. Significa que os países que exportam plástico precisarão do consentimento dos países importadores quando se trata de lixo plástico contaminado, misto ou não reciclável – o que não acontecia até então.

Segundo comunicado da ONU, a medida deve tornar o comércio global de resíduos plásticos “mais transparente e mais bem regulado” e, ao mesmo tempo, garantir que o processo seja “mais seguro para a saúde humana e para o meio ambiente”.

A China era a maior importadora mundial de sucata de plástico, até 2018, quando parou de aceitar esse comércio, deixando milhares de toneladas desse resíduo no limbo. Sua postura levou a uma série de leis similares em vários países do sudeste asiático, incluindo Vietnã e Malásia, que foram sobrecarregados com o desperdício após a proibição da China.

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De acordo com o maior inventário da biodiversidade já feito, um milhão de espécies animais e vegetais estão agora ameaçadas de extinção por causa dos seres humanos.

Ecossistemas e populações selvagens estão diminuindo a uma velocidade nunca antes vista no mundo todo, e a ganância humana é o principal impulsionador dessa destruição.

Obviamente, é um tiro no próprio pé que pode levar à destruição da própria civilização.

E, de acordo com a compreensiva avaliação global feita pela Plataforma Intergovernamental de Políticas Científicas sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), um painel de especialistas da ONU, essas tendências extremamente prejudiciais só podem ser interrompidas com uma “mudança transformadora” em TODOS os aspectos de como os seres humanos interagem com a natureza.

O relatório

O estudo levou três anos e foi compilado por quase 500 cientistas. Suas 1.800 páginas analisam cerca de 15.000 estudos acadêmicos que se debruçaram sobre tudo, de plâncton e peixes a abelhas, corais, florestas, sapos e insetos, além de aproveitar o conhecimento indígena.

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Você sabia que vários países, como as Maldivas, Malta e as Bahamas, satisfazem todas as suas necessidades de consumo de água por meio da dessalinização, isto é, com a transformação da água do mar em água doce?

Mas essa fonte pouco convencional de água tem seus riscos para o meio ambiente. Subprodutos da dessalinização são tóxicos para a natureza e suas formas de vida. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Você sabia que vários países, como as Maldivas, Malta e as Bahamas, satisfazem todas as suas necessidades de consumo de água por meio da dessalinização, isto é, com a transformação da água do mar em água doce?

Os oceanos cobrem 70% do planeta. Os mares fornecem alimento para mais de 3 bilhões de pessoas, além de absorverem 30% do dióxido de carbono lançado na atmosfera e 90% do calor gerado pelas mudanças climáticas. Cada vez mais, eles também estão abastecendo com água doce uma população que só faz crescer.

Embora não haja escassez de água do mar, a ONU Meio Ambiente aponta que é importante entender e monitorar o impacto ambiental das usinas de dessalinização, cujo número aumenta rapidamente pelo mundo. A dessalinização é o processo de remoção de sais da água. Um dos subprodutos dessa “purificação” é uma água salobra tóxica, que pode degradar os ecossistemas costeiros e marinhos.

Na maioria dos processos de dessalinização, para cada litro de água potável produzido, gera-se em torno de 1,5 litro de líquidos poluídos com cloro e cobre. Quando bombeada de volta para o oceano, essa água salobra tóxica diminui o volume de oxigênio na água e tem impacto nos organismos ao longo da cadeia alimentar.

“Uma salinidade e temperaturas mais altas podem causar um decréscimo no conteúdo de oxigênio dissolvido, resultando em problemas chamados hipoxia”, afirma o diretor assistente do Instituto para a Água, Meio Ambiente e Saúde, da Universidade das Nações Unidas (UNU-INWEH), Manzoor Qadir.

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