Programa do banco passará a oferecer crédito para pessoas físicas investirem na instalação de sistemas de aquecimento solar e sistemas de cogeração

O Programa Fundo Clima, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), passará a oferecer crédito para pessoas físicas investirem na instalação de sistemas de aquecimento solar e sistemas de cogeração, informou nesta terça-feira, 5, a instituição de fomento. Os recursos poderão ser contratados em operações indiretas somente por meio de bancos públicos.

“Trata-se de mais uma ação do BNDES para incentivar o cidadão brasileiro a investir em sustentabilidade e economia de energia”, diz a nota divulgada pelo banco.

Segundo o BNDES, as regras do Fundo Clima alcançam 80% dos itens financiáveis nesse tipo de instalação, que inclui placas fotovoltaicas, aerogeradores, geradores a biogás e demais equipamentos necessários. Cada cliente pode tomar no máximo R$ 30 milhões a cada 12 meses.

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7 de junho de 2018 – quinta-feira
9h30 às 17h
Auditório Paulo Santos (4to andar, Prédio FAU/Reitoria, Campus da Ilha do Fundão)

Organizadores: Laboratório de Urbanismo e Ambiente do Programa de Pós-graduação em Urbanismo, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (LAURBAM-Prourb/FAU-UFRJ), Instituto Cidade em Movimento-VEDECOM, FURBAN.

Apoiadores: Cooperação Regional Francesa – Embaixada da França no Brasil, Consulado da França no Rio de Janeiro, Michelin, Transdev, PSA.

9h30 – Abertura

• Andrés Borthagaray, Instituto Cidade em Movimento América Latina
• Mireille Apel-Muller, Diretora Instituto Cidade em Movimento – VEDECOM Paris
• Fabiana Izaga – Prof. Prourb / FAU-UFRJ
• Margareth Pereira, Prof. Prourb / FAU-UFRJ
• Angélica Alvim, Diretora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (Universidade Presbiteriana Mackenzie)
• Prof. Andrea Queiroz Rêgo, Diretora da FAU-UFRJ.
• Damien Gairin-Calvo – Adido de Cooperação Técnica no Departamento de Cooperação e Ação Cultural da Embaixada da França

10h – 12 h Mesa-redonda #1
“PASSAGENS NA CIDADE CONTEMPORÂNEA: EXPERIÊNCIAS DIDÁTICAS E CONCURSOS DE ARQUITETURA. A PEQUENA ESCALA QUE MUDA (QUASE) TUDO E RÁPIDO”

Introdução
• Daniella Urrutia – Faculdade de Arquitetura, Desenho e Urbanismo (Universidad de la República – Montevideo)

Mediação
• Fabiana Izaga – Prof. Prourb / FAU-UFRJ

Participantes
• Yuna Conan, Instituto Cidade em Movimento – VEDECOM
• Luiza Andrada, Diretora do Instituto Cidade em Movimento Brasil
• Rosanna Forray, Laboratório de Cidade e Mobilidade, FADEU, Pontificia Universidad Católica de Chile.
• Carles Llop, Escuela Técnica Superior de Arquitectura del Vallés (Universitat Politècnica de Catalunya, Barcelona)

Fila 0: comentários de abertura do debate
• Joaquim Redig, Designer, PUC – Rio ;
• Andrea Gutiérrez, CONICET, Instituto de Geografia (Universidad de Buenos Aires); Diretora, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
• Andres Borthagaray, IVM AL.

14h30-16h30 Mesa-redonda #2
“AS CIDADES UNIVERSITARIAS, O LUGAR DO CAMPUS NA CIDADE E OS ESPAÇOS DA INOVAÇÃO”

Introdução
• Daniel Kozak – Faculdade de Arquitetura, Desenho e Urbanismo (Universidad de Buenos Aires)

Mediação
• Guilherme Lassance, Prof. Prourb/FAU-UFRJ

Participantes
• Valter Caldana, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo)
• Yency Contreras, Instituto de Estudios Urbanos (Universidad Nacional de Colombia)
• Juan Carlos Dextre, Diretor do departamento de engenharia, Pontifícia Universidad Católica del Perú
• Andrea Santos Gerente Escritório de Projetos do Fundo Verde da UFRJ

Fila 0: comentário de abertura do debate

• Angélica Alvim, Diretora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (Universidade Presbiteriana Mackenzie)
• Bernardo Navarro, Universidad Autónoma Metropolitana, Xochimilco
• Mireille Apel-Muller, Diretora do Instituto Cidade em Movimento – VEDECOM

Mais informações: www.cidadeemmovimento.org

Relatório Ren21 mostra crescimento de 0,2 ponto percentual na fatia das modernas energias limpas no consumo final de energia, ritmo incompatível com o Acordo de Paris

Vamos primeiro às boas notícias: a instalação de energias renováveis bateu mais um recorde no mundo em 2016. Setenta por cento de toda a energia elétrica instalada no planeta veio de fontes renováveis. Somente em painéis solares foram 98 gigawatts, ou sete Itaipus. Alguns países do mundo, como o Uruguai e a Dinamarca, extraem de 30% a 50% de sua eletricidade de placas solares ou turbinas eólicas. Entre 2007 e 2017, a capacidade instalada em renováveis mais do que dobrou globalmente.

Tudo somado, porém, essas energias não fazem nem cócegas no petróleo, no carvão e no gás natural, o trio parada dura dos combustíveis fósseis. As chamadas “novas renováveis”, ou seja, que excluem a lenha e o carvão vegetal queimados por populações pobres no mundo, ainda respondem por míseros 10,4% do consumo total de energia da humanidade – uma elevação de 0,2 ponto percentual em relação ao ano anterior. E isso incluindo hidrelétricas, que são renováveis, mas nem sempre sustentáveis.

Já as fósseis, por uma série de circunstâncias que atendem pelo nome de “crescimento da Ásia”, subiram de 78,4% para 79,5% da matriz. Permanecem teimosamente no patamar de 80% do consumo de energia. Precisam chegar a zero em algum momento dos próximos 30 anos se o planeta estiver falando sério sobre evitar a “mudança climática perigosa”, tal qual preconizado pelo Acordo de Paris.

Os números vêm do Ren21, o relatório anual sobre o estado da disseminação das renováveis no mundo, publicado nesta segunda-feira (4).

Segundo o relatório, o crescimento das renováveis vem sendo “irregular” entre os setores: enquanto seu crescimento na produção de eletricidade é irrefreável, devido à queda dos preços e à incorporação de novas tecnologias, os setores de aquecimento, refrigeração e transportes seguem adotando renováveis abaixo do potencial. Estes últimos têm apenas 3,1% de renováveis – em sua quase totalidade, biocombustíveis –, em que pese o rápido crescimento do mercado de carros elétricos, cujas vendas subiram 58% em 2017 em relação a 2016.

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