No dia mundial do pedestre, pouco a comemorar em São Paulo.
O número de pedestres mortos aumentou 25% nos primeiros meses do ano em relação ao ano passado. Para cada morto, uma média de outros 7 machucados.
As calçadas continuam esburacadas, desniveladas, tomadas por acessos a garagens e degraus.
Os construtores de estações e terminais pensam em tudo, mas esquecem dos acessos de pedestre e qualquer conforto aos passageiros, como bancos para esperar o transporte.
Os motoristas de ônibus continuam freando bruscamente e fazendo manobras arriscadas, como se os passageiros fossem mercadorias.
Os motoristas de carros estão cada vez mais olhando para seus celulares e menos para a rua.
Rachas de madrugada terminam em acidentes e mortes.
Na periferia, quilômetros e quilômetros de ruas não têm calçada e os pedestres disputam espaço com uma lata de uma tonelada.
As pontes e viadutos não têm acessos, nem faixas de pedestres e os motoristas acham perda de tempo esperar pela travessia de pedestres.
Os sinais de trânsito e as faixas são furados por motociclistas, em qualquer lugar, a qualquer hora.
Os gestores municipais e estaduais pouco pensam na atividade mais corriqueira na cidade. Andar.

 

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O Brasil acaba de atingir a marca de 100 MW de potência acumulada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica instalados em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural. Segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, a fonte solar fotovoltaica lidera com folga o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com 99% das instalações do País.

De acordo com a associação, o Brasil possui atualmente 12.520 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e engajamento ambiental a 13.897 unidades consumidoras, somando mais de R$ 850 milhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do Brasil. Atualmente, consumidores residenciais lideram o uso da energia solar fotovoltaica, somando 42% da potência instalada no País, seguidos por empresas dos setores de comércio e serviços (38%), indústrias (11%), poder público (5%) e sistemas localizados na zona rural (3%).

Quando o número de sistemas instalados é avaliado, a liderança dos consumidores residenciais fica ainda mais visível, com 80% dos sistemas instalados em residências, seguido por empresas dos setores de comércio e serviços (15%), indústrias (2%), consumidores rurais (2%) e outros tipos, como consumidores do poder público (1%), serviços públicos (0,2%) e iluminação pública (0,1%).

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Acaba de sair a 7ª edição do relatório Global Cities, da consultoria A. T. Kearney, analisando 128 cidades mundo afora. A consultoria aplica 40 indicadores da situação atual e das perspectivas futuras para ver se as cidades têm ambientes favoráveis à expansão de negócios existentes e à criação de novos. A dimensão ambiental é analisada em relação ao futuro das cidades. Nova York é a melhor hoje em dia e São Francisco é a que tem as melhores perspectivas. A São Paulo de hoje aparece na 31a posição, e a São Paulo de amanhã na 73a. O Rio aparece na 52a e na 68a, respectivamente.

 

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