As redes inteligentes de energia elétrica ensaiam os primeiros passos em várias cidades do país. A maioria dos projetos é tocada dentro do programa de pesquisa e desenvolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que estipula que 0,5% da receita operacional líquida das concessionárias seja investido em inovação.

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”CRITICAL WATER SHORTAGE! DAMS AT 11.2%,” reads a roadside sign that usually notifies drivers of accidents. In the once-leafy suburbs of Cape Town, South Africa — where I live — it’s now considered a sin to have a green lawn or take a luxurious soak in the tub. These days I shower (two minutes, no more) with buckets at my feet, which, once full, are used to flush the loo. And my kids bathe in 2 inches of water, which is then diverted onto a flower bed. Cape Town has a Mediterranean climate, but the combination of an expanding population (3.7 million in the metro area, growing at 2.6 percent per year), an extended dry cycle and a lack of municipal foresight has brought the situation to a dramatic and desiccated head.

Against this backdrop, graywater recycling companies have sprung up in Cape Town and other parched areas of South Africa like daisies after a desert cloudburst (if only). One expert estimates that home recycling installations in the city have jumped from around 300 per year in 2005 to 6,000 in 2017. Gray water is the water that comes out of baths, showers, hand basins and washing machines — about 33 percent of the water used in an average house with a yard and more than 50 percent in an apartment without a garden. Instead of ending up in sewers, it’s repurposed for garden irrigation (cheap and easy), flushing toilets (slightly more complicated and expensive) and taking showers and doing laundry (pricey and complex). According to local installers, a basic garden irrigation system for an average family home in Cape Town costs about $1,000 and cuts consumption by around 30 percent, for annual savings of $150.

 

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A chinesa BYD Company anunciou que fechou a venda de módulos fotovoltaicos com capacidade de 180 megawatts para um projeto de geração de energia solar no Brasil, segundo comunicado da empresa nesta quinta-feira.


A companhia, que abriu uma fábrica em Campinas (SP) para montar localmente os módulos, disse que os equipamentos foram comprados pela espanhola Cobra, do Grupo ACS, e que serão instalados na usina solar Guaimbê, que será construída em São Paulo.

O empreendimento da Cobra vendeu antecipadamente a produção em um leilão de contratação promovido pelo governo federal em 2014.

De acordo com a BYD, os módulos deverão ser entregues ao final de 2017.

"Com nossa nova fábrica em Campinas, estamos criando empregos e consolidando o mercado de geração solar no país. O Brasil está entre os países com o maior potencial de geração solar no mundo, e estamos felizes de liderar o fornecimento de painéis solares para grandes projetos no Brasil", disse o presidente da BYD Brasil, Tyler Li.

O executivo disse que a empresa pretende em 2018 começar a oferecer seus módulos solares para projetos de pequeno e médio porte, como instalações fotovoltaicas em telhados de residências e fábricas.

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