O potencial energético está fortemente atrelado ao bem-estar da população e ao crescimento econômico e industrial do país. Como é de conhecimento geral, períodos de intensificação do crescimento econômico são sempre acompanhados pelo aumento do consumo energético. À vista disso, para que o processo de crescimento não sofra prejuízos, faz-se necessário expandir a oferta de energia.
Para tanto, devem ser considerados, além dos aspectos tecnológicos e econômicos, os intrínsecos efeitos sociais e ambientais envolvidos.


Com o tema "Desafios e Perspectivas da Matriz Energética Brasileira", o I Simpósio de Energia da UFRJ propõe-se a ser um espaço apropriado para o desenvolvimento de um amplo debate, possibilitando o aprendizado, partilha e promoção de projetos com o intuito de estimular a capacidade de inovação e empreendedorismo no âmbito acadêmico e social.

Ao todo, serão 6 painéis com temas variados, como, por exemplo, "Projeções da demanda energética mundial" e "Empreendedorismo, desafios e inovações".

Esperamos você durante os dias 11, 12 e 13 de Setembro no Auditório do Bloco A do Centro de Tecnologia.

Veja mais em SYMPLA

“China isn’t building gigafactories,” says Patrick Hurley, chief technology officer of A123, a lithium-ion battery company. “It is building gigacities.”

Gigafactories are named for their capacity to build batteries in tens of gigawatt-hours (GWh) every year, which is about a million times the amount of energy consumed by a typical US household in a day. What Hurley meant by gigacities are complexes that include not just the gigafactory but everything else needed to support it: housing, infrastructure, research and development centers, and universities to train staff.

China’s battery ambition can be seen in the speed at which the country is adding battery-storage capacity. At the start of 2018, China had an operational battery-storage capacity of 389 megawatts (MW). By August, China had added another 340 MW of additional capacity. That’s why the China Energy Storage Alliance (CNESA) declared 2018 to be “one of the most significant years yet for the industry.”

Read More at QZ.COM

andrea xiii ufrj ambientavelOntem (23/08) o caso do Fundo Verde foi apresentado na XIII UFRJ Ambientável pela nossa Gerente Executiva do Fundo Verde UFRJ, a Profa Andrea Santos, que apresentou o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 9 da ONU: Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação e apresentou os projetos que estão sendo desenvolvidos na Cidade Universitária, financiados com recursos do fundo.

Na área de energia estamos avançando na geração renovável, com a instalação de sistemas fotovoltaicos e na área de mobilidade urbana, o projeto de maior destaque é o Integra UFRJ com o compartilhamento de bicicletas e carros elétricos.

Andréa destacou que a Cidade Universitária tem servido como laboratório urbano na avaliação de tecnologias e práticas sustentáveis e que os desafios são muitos. De acordo com a pesquisadora "a cidade sustentável e inteligente é aquela em que a tecnologia é incentivada como parte constante no ambiente, que busca por “aderir a um modelo urbanístico sustentável, que abre espaço para que a conectividade, a sustentabilidade e a integração das funções urbanas possam promover uma melhora na qualidade de vida das pessoas".