Na paisagem das areias do deserto do Negev, no sul de Israel, uma torre de 250 metros de altura - o equivalente a um prédio de 50 andares - se destaca. Trata-se da torre da usina solar de Ashalim, parte do esforço das autoridades israelenses para produzir, até 2020, 10% de sua energia através de fontes renováveis; hoje, este porcentual é de 2,5%.

A mais alta do mundo em um projeto de energia solar térmica concentrada (Concentrating Solar Power - CSP, em inglês), a torre de Ashalim é circundada por 50.600 espelhos controlados por computador (heliostatos), distribuídos por uma área de 3 km². Esses espelhos acompanharão a movimentação do sol de modo a refletir luz sobre uma caldeira localizada no alto da torre, durante o maior tempo possível ao longo do dia.

Fonte: BBC

A exemplo das “laranjinhas” espalhadas pela cidade (e, espera-se, em melhores condições), sessenta bicicletas verdes (como esta da foto abaixo), disponíveis em oito estações, passam a circular pelo câmpus da UFRJ, na Ilha do Fundão, a partir do dia 12. O projeto é uma iniciativa da instituição por meio do Fundo Verde, sustentado com a verba de isenção de ICMS na conta de luz. Outra ideia a caminho é o uso de pequenos carros elétricos para deslocamentos nos limites da Cidade Universitária. A previsão é que dois modelos entrem em operação até o fim do ano, exclusivos para membros da comunidade acadêmica. O pacote de mobilidade sustentável inclui ainda dois micro­-ônibus elétricos, já em circulação.

Fonte: Veja Rio

Empresa de eletricidade norte-americana está oferecendo um bônus para quem inclinar seu painel para a diração Oeste. Isso porque a energia gerada no final da tarde vale mais do que a gerada pela manhã. E em boa parte do hemisfério norte, o sol se põe mais tarde. Com isso, é possível aproveitar a geração fotovoltaica no horário de pico.

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