IN 1954 the New York Times reported on a breakthrough in solar photovoltaic (PV) technology that could lead to “the harnessing of the almost limitless energy of the sun”. American researchers had discovered that silicon transistors, the building blocks of computers, could also generate electricity when hit by sunlight.

The same year, however, Lewis Strauss, chairman of America’s Atomic Energy Commission, made a balderdash prediction that nuclear power would soon become “too cheap to meter”. In the atomic frenzy of the 1950s America unleashed vast R&D; support for nuclear energy. Almost at birth, the silicon solar cell was gazumped by a rival non-fossil technology. For decades it lay in nuclear’s shadow.

No longer. Several recent books have celebrated a solar renaissance, as the cost of electricity generated by silicon PV has become competitive with that from fossil fuels and cheaper than nuclear power. “Taming the Sun” is not one of them.

Instead Varun Sivaram of the Council on Foreign Relations, a think-tank, issues a timely warning that solar power could stagnate as abruptly as nuclear did as a share of global energy in the 1990s, with dire consequences for the planet. Unless, that is, there is a triple focus on improving technology, new financial structures to back it and more resilient energy systems.

The book is not gloomy. It lays out the history, promise and pitfalls of solar technology with an easy-going lack of wonkishness. But it offers a sobering message that may be as prescient—and as readable—as Robert Shiller’s “Irrational Exuberance” was before the dotcom and housing crises of the 2000s.

Mr Sivaram is a good guide to a sector that, for all the attention it gets, generates just 2% of the world’s electricity. He has worked on the front-line as a grunt in a silicon-wafer factory and a scientist at Oxford University, with a startup in Silicon Valley, and as an energy adviser to the mayor of Los Angeles. His father lost a fortune in the industry. He has studied with (and affectionately describes) some of the boffins devising the future of solar technology.

None of these anecdotes distracts from his central argument—that the silicon cell, a worthy workhorse of the solar revolution, can carry the burden only so far. He contends that improvements in a cell’s efficiency, ie, the extent to which it converts sunlight into energy, stopped driving costs down as far back as 2001.

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defenda os corais"O repórter Ernesto Paglia e o cinegrafista Alan Mendes, do Fantástico, passaram oito dias a bordo do navio Esperanza, do Greenpeace, acompanhando as pesquisas sobre os Corais da Amazônia. Hoje vai ao ar a reportagem que eles fizeram! Por isso, vamos estar no Twitter durante a exibição dela contando os bastidores e tirando dúvidas. Estaremos utilizando a hashtag #DefendaOsCorais e convidando as pessoas a assinarem a petição (faltam só 50 mil assinaturas para 2 milhões).

Mas precisamos da força de vocês também! Queremos que mais pessoas vejam o quão importante é defender esse bioma único. Quanto mais pessoas assistindo, comentando nas redes sociais sobre a matéria, postando a hashtag e chamando outras para assinarem a petição, melhor. Fiquem livres para criar os textos que quiserem no Twitter, mas o que é importante MESMO: link pra petição e a hashtag #DefendaOsCorais! O link é esse: https://act.gp/2qRXNLx"

Tem senador querendo fazer os consumidores de bobos.
DOIS (SÓ DOIS!) SENADORES APROVAM FIM DA ROTULAGEM DE TRANSGÊNICOS NA COMISSÃO DO MEIO AMBIENTE.
E TEM SENADOR QUERENDO VOTAR O PROJETO NO PLENÁRIO HOJE!

Aproveitando que o senado estava ontem praticamente vazio, os dois únicos senadores presentes na reunião da comissão do meio ambiente da casa aprovaram o relatório do projeto de lei da câmara que acaba com a obrigatoriedade do alerta sobre a presença de transgênicos nos produtos alimentícios. Um dos senadores presentes era o próprio relator do projeto, senador Cidinho Santos (PR-MT), que é favorável ao projeto PLC 34/2015, de autoria do deputado ruralista Luiz Carlos Heinze (PP-RS). O relator disse que "uma análise científica rigorosa" é o melhor caminho para que se afaste "o medo em torno deles", a seu entender fruto de "ignorância e obscuridade". Mas é exatamente por isso que o selo existe: para informar o consumidor “ignorante e obscuro” do que está comprando. Esconder essa informação do consumidor, isso sim, é promover "ignorância e obscuridade".

Diga aos senadores o que você acha do projeto votando na enquete do senado que está no link abaixo no comentário.