O transporte urbano de cargas é a aposta da Volkswagen para o próximo ano. A marca prepara o lançamento do caminhão Delivery Express, que pode ser dirigido por motoristas com carteira de habilitação do tipo B, a mesma exigida para guiar automóveis de passeio.

O veículo tem peso bruto total (a soma do caminhão com a capacidade de carga) de 3,5 toneladas, que é o limite legal para a categoria B.

A primeira aparição do Express ocorrerá nesta semana durante a Fenatran, feira internacional do transporte de cargas. As vendas começam em março de 2018, com preço previsto de R$ 118 mil.

Fonte: Folha de São Paulo

SÃO PAULO - A MAN Caminhões, braço da Volkswagen para veículos pesados, apresentou na quarta-feira, na Alemanha, a versão de seu caminhão elétrico, que foi desenvolvido pelo centro de pesquisas da montadora em Resende (RJ).

O modelo, chamado de e-Delivery, deve chegar ao mercado em 2020 e faz parte do plano de investimentos da montadora para o Brasil, de R$ 1,5 bilhão, até 2021.


De acordo com o presidente da MAN na América Latina, Roberto Cortes, o caminhão elétrico será testado a partir de 2018 aqui, em serviços de distribuição urbana.

— A autonomia da bateria é de 200 quilômetros, uma distância percorrida por esse tipo de empresas — explicou.

O veículo, ressaltou Cortes, foi desenvolvido em conjunto com três outras empresas: WEG, Eletra e Enel Energia. E, inicialmente, será produzido só na fábrica da MAN no Rio.

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One of the important changes that needs to take place in the global energy system as it heads towards much lower emissions is electrification. This is the increasing use of electricity as final energy (i.e. the energy we all use to deliver services) rather than fossil fuels, such as natural gas for cooking and gasoline for mobility. According to the IEA, electricity made up nearly 19% of final energy use in 2015, with the bulk of the 81% that isn’t electricity being oil products, natural gas, coal and biomass. The Shell scenario work on a net zero emissions world indicates that electricity should exceed 50% of final energy use.

Over the course of the last few decades, electrification of final energy has moved relatively slowly, at around 2 percentage points per decade (i.e. it was about 16.5% in 2005 and 14.4% in 1995). This rate of change is far below what is necessary to reach 50+% during the second half of the century – in fact, at the current rate it would take over one and half centuries to get above 50%. Therefore, the rate of electrification of the final energy system has to approximately triple over the coming few years for the Paris goals to be approached. At the same time, overall expansion of the energy system also has to be catered for, which might see a near doubling in final energy demand, even as electrification brings considerable efficiency gains.

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