China’s solar power sector started to boom in recent years – not only in manufacturing, but also in domestic installations – thanks to strong government backing and a favourable policy environment. The rate of growth has stunned the world, as has the falling cost, beating expectations even of industry insiders.


By the end of 2015, China had 43 gigawatts of installed solar power, and had overtaken Germany, another country that saw strong industrial policy supporting solar power, as the global leader. Last year, eight of the top-10 solar PV module manufacturers were Chinese.


But the history is a longer one. The Chinese government has supported research and development (R&D) on solar PV since the 1950s, mainly for its uses in space. A PV module manufacturing industry developed during the 1990s. It remained small and of variable quality but became a crucial part of providing energy access to remote communities. The Brightness Programme, launched in 1996, was the first national policy to bring electricity access to off-grid areas of western China using renewable energy.

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A partir desta segunda-feira (26), entra em operação o Fundo Brasil-China de Cooperação para Expansão da Capacidade Produtiva no país. Os projetos serão recebidos por meio de Cartas-Consultas, que estão disponíveis para preenchimento em meio digital no site do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP).

Para o secretário de Assuntos Internacionais do MP e secretário-executivo do fundo, Jorge Arbache, a iniciativa é uma ação única e inovadora, que representa uma conquista importante para os dois países. “Além de ser um mecanismo adicional para o financiamento de projetos no Brasil, o fundo criará a oportunidade para uma interação sem precedentes entre as autoridades de ambos os países”, enfatiza Arbache.

 

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Publicação do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais utiliza informações levantadas durante 17 anos e aponta grande potencial ainda não aproveitado. O Brasil tem grande potencial de geração de energia solar não explorado no chamado Cinturão Solar, área que vai do Nordeste ao Pantanal, incluindo o norte de Minas Gerais, o sul da Bahia e o norte e o nordeste de São Paulo. É o que indica a segunda edição do Atlas Brasileiro de Energia Solar do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que será lançado em julho. Os dados informam a quantidade e a disponibilidade da radiação solar, e a variação de potência dos raios, como os fatores climáticos – notadamente a presença de nuvens – que influenciam a disponibilidade e a influência da topografia para a incidência dos feixes de luz solar.
Fonte: Portal Brasil

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