O Brasil acaba de atingir a marca de 100 MW de potência acumulada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica instalados em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural. Segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, a fonte solar fotovoltaica lidera com folga o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com 99% das instalações do País.

De acordo com a associação, o Brasil possui atualmente 12.520 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e engajamento ambiental a 13.897 unidades consumidoras, somando mais de R$ 850 milhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do Brasil. Atualmente, consumidores residenciais lideram o uso da energia solar fotovoltaica, somando 42% da potência instalada no País, seguidos por empresas dos setores de comércio e serviços (38%), indústrias (11%), poder público (5%) e sistemas localizados na zona rural (3%).

Quando o número de sistemas instalados é avaliado, a liderança dos consumidores residenciais fica ainda mais visível, com 80% dos sistemas instalados em residências, seguido por empresas dos setores de comércio e serviços (15%), indústrias (2%), consumidores rurais (2%) e outros tipos, como consumidores do poder público (1%), serviços públicos (0,2%) e iluminação pública (0,1%).

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Acaba de sair a 7ª edição do relatório Global Cities, da consultoria A. T. Kearney, analisando 128 cidades mundo afora. A consultoria aplica 40 indicadores da situação atual e das perspectivas futuras para ver se as cidades têm ambientes favoráveis à expansão de negócios existentes e à criação de novos. A dimensão ambiental é analisada em relação ao futuro das cidades. Nova York é a melhor hoje em dia e São Francisco é a que tem as melhores perspectivas. A São Paulo de hoje aparece na 31a posição, e a São Paulo de amanhã na 73a. O Rio aparece na 52a e na 68a, respectivamente.

 

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Primeira unidade exclusiva desse tipo de combustível apoia-se na tendência de alta da produção, que já bateu em 100 milhões de toneladas

A chamada safrinha cresceu, foi batendo recordes, tornou-se uma supersafra que, pela primeira vez, beirou os 100 milhões de toneladas de milho. São tantos grãos que, quando se anda pelas principais regiões produtoras do Mato Grosso, é difícil não encontrá-los armazenados ao ar livre ou em silo bags – sacos feitos de um plástico especial – com até 90 metros de comprimento, nos quais o cereal pode ficar guardado por até um ano.

O cenário não é novo, mas em Lucas do Rio Verde (MT), ele começa a mudar. Seis quilômetro depois da Preciosa, a estátua de uma galinha de 10 metros de altura, no trevo da rodovia MT-449 com a avenida da Fé, deverá ser inaugurada esta semana a primeira usina de etanol feito exclusivamente de milho do Brasil, a FS Bioenergia. Até então, o etanol de milho produzido no País saía de usinas flex, que fabricam tanto etanol de cana, quanto do grão.

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