painel solarBattery stores energy in nontoxic, noncorrosive aqueous solutions

Researchers from the Harvard John A. Paulson School of Engineering and Applied Sciences (SEAS) have developed a new flow battery that stores energy in organic molecules dissolved in neutral pH water. This new chemistry allows for a non-toxic, non-corrosive battery with an exceptionally long lifetime and offers the potential to significantly decrease the costs of production.
The research, published in ACS Energy Letters, was led by Michael Aziz, the Gene and Tracy Sykes Professor of Materials and Energy Technologies and Roy Gordon, the Thomas Dudley Cabot Professor of Chemistry and Professor of Materials Science.
Flow batteries store energy in liquid solutions in external tanks — the bigger the tanks, the more energy they store. Flow batteries are a promising storage solution for renewable, intermittent energy like wind and solar but today’s flow batteries often suffer degraded energy storage capacity after many charge-discharge cycles, requiring periodic maintenance of the electrolyte to restore the capacity.
By modifying the structures of molecules used in the positive and negative electrolyte solutions, and making them water soluble, the Harvard team was able to engineer a battery that loses only one percent of its capacity per 1000 cycles.
“Lithium ion batteries don’t even survive 1000 complete charge/discharge cycles,” said Aziz.
“Because we were able to dissolve the electrolytes in neutral water, this is a long-lasting battery that you could put in your basement,” said Gordon. “If it spilled on the floor, it wouldn’t eat the concrete and since the medium is noncorrosive, you can use cheaper materials to build the components of the batteries, like the tanks and pumps.”
This reduction of cost is important. The Department of Energy (DOE) has set a goal of building a battery that can store energy for less than $100 per kilowatt-hour, which would make stored wind and solar energy competitive with energy produced from traditional power plants.
“If you can get anywhere near this cost target then you change the world,” said Aziz. “It becomes cost effective to put batteries in so many places. This research puts us one step closer to reaching that target.”

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Waste sorting Gavle Sweden 696x522A União Europeia quer que todos os seus países membros reciclem 50 por cento de todo o lixo produzido anualmente até 2020, aumentando para 65 por cento até 2030. Parece uma meta utópica? Talvez não. Na Suécia, já se consegue fazer reciclagem a quase tudo, tanto que o país já não tem mais lixo para reciclar, e desde 2011 tem que importar resíduos de outros países para manter a sua indústria a funcionar.

Mesmo antes de entrar para a União Europeia, em 1995, a Suécia já tinha implementado leis ambientais mais avançadas, começando com um aumento dos impostos sobre produtos petrolíferos logo em 1991. Nessa época, a Suécia conseguiu avançar para a produção de eletricidade a partir de fontes renováveis, algo que consegue fazer a 50 por cento.

Atualmente, a reciclagem de lixo produzido na Suécia e de lixo importado do estrangeiro é feita através da incineração. O serviço é assegurado por empresas privadas, mas o resultado da energia produzido é aproveitado pelo serviço nacional que garante o aquecimento central. No entanto, críticos ao sistema apontam que material reutilizável não está a ser descriminado para reaproveitamento, sendo usado indiscriminadamente apenas para incineração.

Seja como for, a Suécia já quase não produz lixo. Desde 2011 que menos de um por cento dos resíduos são enviados para um aterro, uma parcela constituída por material que não pode ser incinerado ou reciclado.

Fonte: Motor 24

nigeriano cria fusca movido energia solarEstudante da Universidade de Obagemi Awolowo, Segun Oyeyiola converteu um fusca movido a combustível fóssil (como todos os outros) em um veículo abastecido por energia solar e eólica — perfeito para o clima da região em que ele mora!

O projeto custou US$ 6 mil e contou com muitas doações da família e colegas, que deram ao nigeriano materiais que iriam para o lixo ou que, sozinhos, não tinham mais utilidade nenhuma para os donos. Isso prova que qualquer um consegue fazer a diferença com um pouco de conhecimento e esforço!

Com um painel solar gigante no teto e uma turbina eólica embaixo do capô, o carro também foi equipado com um sistema de suspensão, para garantir que o veículo aguente o peso de tanta tecnologia. Em entrevista ao site FastCoExist, o rapaz falou que quer “reduzir a emissão de dióxido de carbono que piora o aquecimento global e as mudanças climáticas”.

Atualmente, a bateria do fusca sustentável leva cinco horas para carregar completamente, mas Segun ainda está trabalhando no modelo e pretende realizar melhorias. Todo esforço vale a pena! O estudante demorou para juntar todo o material necessário para montar o fusquinha e ainda teve que lidar com os críticos que acreditavam que ele estava perdendo tempo — vê se pode!

Fonte: The Greenest Post