Sunroof image 3.width 1000 796x458Google has long stated its ambitions to run its global operations solely on renewable energy, and now it wants to lead by example. The company has updated its interactive Sunroof map that helps people estimate whether it makes sense to install a solar panel on their roof.

In a new blog post, the Big G announced it has updated the interactive map to include data for all states in the US, including information about the solar energy potential for more than 60 million buildings across the country.

The initiative, which the Mountain View giant initially launched almost two years ago, essentially leverages visual data from Maps and Earth to generate 3D models of the total amount of sunlight that reaches your roof.

To accurately provide such information, the tool takes into account “weather patterns, position of the sun in the sky at different times of year, and shade from nearby obstructions like trees and tall buildings.”

Google also took a moment to share some insightful statistics pertaining to the solar energy opportunities in the US. According to its findings, almost 80 percent of “all rooftops analyzed are technically viable for solar, meaning those rooftops have enough unshaded area for solar panels.”

Leading the charts is the city of Houston with “estimated 18,940 gigawatt-hours (GWh) of rooftop solar generation potential per year.” Los Angeles, Phoenix, San Antonio and New York complete the rest of the top five.

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From: TNW

luz2 menorA rotina de volta às aulas deverá ser um pouco diferente para os estudantes da Cidade Universitária − ao menos é isso o que espera o prefeito do campus, Paulo Mario. Quando os trotes terminarem e as aulas começarem, será lançada a campanha “Essa conta é de todos”, da Prefeitura da UFRJ, que pretende promover uma reeducação de técnicos-administrativos e professores no uso da energia para diminuir o gasto mais alto da Universidade com custeio. A meta é reduzir o consumo em 25%.

Ivan Carmo, pró-reitor de Gestão e Governança (PR-6), explica que o aumento expressivo das tarifas de energia promovido pelo governo federal em 2015 afetou o planejamento orçamentário da UFRJ.

“Havia um planejamento de orçamento para 2015 e 2016 que não contabilizava o ‘tarifaço’ e o acúmulo desses aumentos. Nem mesmo o próprio governo federal considerou esse impacto nas contas. O orçamento veio com o valor planejado e não houve correção proporcional ao aumento do reajuste da tarifa”, explica.


  

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Ivan Carmo, pró-reitor de Gestão e Governança (PR-6). Foto: Nathália Werneck (Coordcom / UFRJ)

Com isso, a Universidade acabou sofrendo cortes irregulares de energia pela Light no final do ano passado. O “tarifaço” elevou a conta da UFRJ de R$ 25,5 milhões para R$ 46,2 milhões em 2015, sem que tivesse ocorrido aumento de consumo ou suplementação orçamentária frente ao aumento da despesa. Após processo de negociação, houve acordo entre a Light e a UFRJ, embora ainda existam contas em atraso.

Uma cidade de médio porte

Porém, não apenas o “tarifaço” aumentou a conta de energia da Universidade: a ampliação do número de salas de aula e laboratórios também. A infraestrutura de cidade de médio porte do campus é cara para o orçamento. São aproximadamente 100 mil pessoas circulando por dia na Ilha do Fundão, o que impacta o consumo de energia.

A campanha “Essa conta é de todos” pretende sensibilizar toda a comunidade universitária a adotar uma postura colaborativa para reduzir o consumo de energia elétrica. Para isso, serão distribuídas cartilhas aos administradores de cada prédio, será feita divulgação da campanha por meio das redes sociais e cartazes, banners e adesivos serão fixados em pontos estratégicos, como em ônibus de circulação interna.

São peças gráficas com mensagens simples, mas eficazes se praticadas. Nelas, seremos lembrados de desligar o ar-condicionado no horário de almoço, apagar as lâmpadas nos ambientes desocupados, ativar o modo econômico do computador para poupar energia, entre outros avisos.

“Nós queremos que essa campanha seja enraizada na Universidade. Se você cria a cultura de desligar a luz ao sair ou botar o computador em stand-by, isso fica para sempre. As contas da energia elétrica irão para a Reitoria e nós iremos monitorar as unidades e acompanhar o consumo”, diz Paulo Mario.

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Paulo Mario, Prefeito do campus. Foto: Diogo Vasconcellos (Coordcom / UFRJ)

“É preciso renovar o parque de subestações”

A expectativa é que a campanha alcance seu objetivo. Porém, Ivan Carmo sustenta a necessidade da realização de outras medidas em conjunto com a ação que será promovida pela Prefeitura Universitária.

Segundo ele, muitos equipamentos estão defasados, como aparelhos de ar-condicionado, que têm um consumo muito alto e precisam ser trocados por outros mais eficientes.

“Além disso, precisamos renovar o parque de subestações que fornece energia para os prédios, incentivar o compartilhamento de instalações e criar uma política de distribuição do consumo pelos horários em que a tarifa é mais barata”, avalia o pró-reitor.

A sustentabilidade na mira

Em contrapartida, a promoção do consumo consciente e da sustentabilidade no campus da UFRJ vem ganhando força com os projetos do Fundo Verde de Desenvolvimento e Energia para a Cidade Universitária. Localizado no Parque Tecnológico, o Fundo Verde recebe recursos oriundos da isenção do imposto ICSM, cobrado pelo governo do estado do Rio de Janeiro sobre a conta de energia elétrica do campus.

Essa receita é revertida para projetos de melhoria da mobilidade, de uso da energia a partir de fontes alternativas, de redução do consumo de água e de resíduos e de monitoramento de indicadores no campus.

No que se refere à energia, o Fundo busca aumentar o máximo possível a geração fotovoltaica. É um programa que envolve a implantação de um sistema de energia renovável no estacionamento anexo ao Centro de Tecnologia (CT), a instalação de um sistema de geração de energia por painéis fotovoltaicos no Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG), a aquisição e instalação de lâmpadas LED nas áreas de comum acesso do CT e a instalação, em seus blocos, de medidores inteligentes nas subestações de energia.

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Suzana Kahn, professora da Coppe/UFRJ e coordenadora executiva do Fundo Verde. Foto: Divulgação Coppe / UFRJ

“Estamos fazendo um controle das subestações de forma que possamos ter um controle inteligente delas para adaptar o contrato da UFRJ com a Light de acordo com a demanda de energia e, assim, evitar futuras multas”, diz Suzana Kahn, professora de Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ e coordenadora executiva do Fundo Verde.

Segundo ela, o Fundo pretende fazer um mapeamento da rede elétrica dos prédios da Cidade Universitária para refazer a planta de energia elétrica e, dessa forma, melhorar a gestão.

Kahn também explica que o site do Fundo Verde conta com um banco de dados no qual é possível ver as informações de consumo de cada prédio. “A partir de agora, o que pretendemos é ir monitorando cada atividade feita por nós e o que está sendo reduzido efetivamente.”

Fonte: Conexão UFRJ

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Esta planta artificial gera eletricidade, mas não segue a rota convencional da fotossíntese artificial.

Em vez de aproveitar a luz do Sol, a ideia é aproveitar o vento: as folhas geram energia quando são balançadas mesmo por uma brisa suave.

Essa abordagem não irá competir com as turbinas eólicas e seus gigantescos cata-ventos, mas há nichos de aplicações para os quais ela pode ser interessante.

Os mais óbvios são os sensores ambientais, que precisam funcionar em lugares ermos, onde a troca de baterias não é algo desejável, e os dispositivos da Internet das Coisas, que também precisam funcionar sem que as pessoas fiquem se lembrando deles.

"As torres de telefonia celular em alguns locais urbanos, como em Las Vegas, estão sendo camufladas como árvores completas, com folhas que servem apenas para melhorar a estética da torre. Capturar energia com essas folhas pode aumentar sua funcionalidade," defende o professor Michael McCloskey, da Universidade do Estado de Iowa, nos EUA.

Piezoeletricidade ou triboeletricidade
A eletricidade é gerada por pequenos fios incorporados nas folhas e também funcionando como talos. Esses fios são feitos de materiais piezoelétricos, que produzem uma pequena corrente elétrica quando são movimentados ou pressionados.

A otimização ficou por conta do formato das folhas. Depois de vários experimentos, a equipe concluiu que a folha do choupo-do-canadá oferece o melhor desempenho porque suas hastes obrigam as folhas a oscilar em um padrão regular que otimiza a geração de energia pelos fios piezoelétricos flexíveis.

A coisa funcionou, mas a eficiência da abordagem piezoelétrica deixou a desejar. Por isso a equipe pretende construir outros protótipos usando outros métodos de transdução, como a triboeletricidade, ou a geração de cargas elétricas por atrito entre materiais diferentes.

Isto também permitirá colocar mais folhas por árvore artificial, eventualmente gerando eletricidade suficiente para usos práticos.

Fonte: Eco Desenvolvimento