suzanakahn v2Coordenadora executiva do Fundo Verde, professora Suzana Kahn, participa do programa Conexão Futura para discutir o tema Variação Climática e Doenças. Transmitido no dia 10 de setembro de 2015 , o programa apresentado por Cristiano Reckziegel, contou também com a participação do assessor técnico da Subsecretaria de Vigilância em Saúde, Mário Sérgio Ribeiro, e o epidemiologista do Observatório de Clima e Saúde do Instituto de Comunicação e Informação da Fundação Oswaldo Cruz (Icict/Fiocruz), Diego Ricardo Xavier.

Assista o vídeo abaixo:

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bannerfundoverdenoticiaNo dia 31 de agosto de 2015 a COPPE e o Fundo Verde/UFRJ, em parceria com a Shell Brasil Petróleo Ltda. realizarão o Seminário “Laboratório Vivo de Mobilidade da Cidade Universitária: Alternativas de baixo carbono”.

O evento ocorrerá das 9:00 às 12:30 no auditório do Parque Tecnológico localizado na Rua Paulo Emídio Barbosa, 485, Cidade Universitária.

Para tratar do desafio de reduzir as emissões de dióxido de carbono e promover a mobilidade no Campus da UFRJ, o Programa de Engenharia de Transportes (PET) da COPPE/UFRJ com o apoio do Fundo Verde desenvolveu uma pesquisa inédita sobre o transporte e as emissões de dióxido de carbono da Cidade Universitária da UFRJ e as alternativas para redução de emissões, que será apresentado pelo Prof. Márcio D´Agosto.

Soluções voltadas para sistemas de compartilhamento de carros e o uso de tecnologia de informação com o intuito de reduzir emissões serão apresentadas, respectivamente, pela pesquisadora de pós-doutorado Elizabeth Lima do PET/COPPE/UFRJ e pelo Prof. Alexandre Evsukoff, do Programa de Engenharia Civil da COPPE/UFRJ.

Ainda, palestras sobre transporte de baixo carbono serão apresentadas pelo Prof. Paulo Emílio, coordenador do Laboratório de Hidrogênio da COPPE/UFRJ e pelo Prof. Richard Stefan, Coordenador do Laboratório de Aplicações de Supercondutores da COPPE/UFRJ. O primeiro irá falar sobre tecnologias relacionadas ao desenvolvimento do ônibus híbrido elétrico-hidrogênio que possuem conexão à rede elétrica para recarga de baterias e o segundo sobre Trem de Levitação Magnética – MagLev.

O evento deverá contar com a participação de representantes da academia, poder público federal, municipal e estadual e da iniciativa privada, incluindo fornecedores de tecnologia, serviços de tecnologia de informação e de operação de transportes.

Para mais informações:

Escritório de Projetos do Fundo Verde

Telefone: 3733-4121

pdf icon Confira a agenda do Seminário: Laboratório Vivo de Mobilidade da Cidade Universitária: Alternativas de baixo carbono
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estacionamento fotovoltaicoA Universidade Federal do Rio de Janeiro lançou uma ideia para aproveitar melhor esse Sol generoso que o Brasil tem praticamente o ano todo.

Em um país onde até o inverno é quente e ensolarado, o aproveitamento da energia solar permanece no escuro: o Sol responde hoje por apenas 0,01% de toda a energia do Brasil. Uma realidade que incomodou a Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Nesta terça-feira (18) foi inaugurado no campus da Ilha do Fundão o estacionamento solar fotovoltaico.

 Do lado de cima do estacionamento, a imagem mais parece a de uma usina solar capaz de gerar energia suficiente para 70 residências. Do lado de baixo, uma sombrinha, porque ninguém é de ferro. O estacionamento que pode proteger até 65 veículos ao mesmo tempo do calor do Sol é o mesmo que vai permitir uma economia de R$ 63 mil por ano na conta de luz da universidade. 

Todo o sol que bate no telhado vira energia que abastece imediatamente o campus da UFRJ. Quando isso acontece, a universidade não precisa comprar energia da distribuidora local. 

“A gente se sente embaixo de uma modernidade. De uma coisa que significa um avanço, uma melhoria”, disse o engenheiro civil Eduardo Paiva. 

As placas solares são japonesas. A estrutura onde elas ficam é alemã. E os carrinhos elétricos que começam a circular pelo campus são chineses. Brasileira, lá, só a ideia de financiar tudo isso com dinheiro de imposto.

A universidade recebeu sinal verde do governo do estado para usar todo o dinheiro do IMCS que pagaria na conta de luz em projetos sustentáveis no campus. São aproximadamente R$ 14 milhões por ano.

“Sendo aqui a cidade universitária, mas tem números equivalente a uma cidade média. É um exemplo do que pode ser feito se a gente usar adequadamente os nossos impostos”, afirmou Suzana Kahn, coordenadora executiva do Fundo Verde UFRJ

Até o início do ano que vem, outro telhado solar será instalado no hospital pediátrico da UFRJ com o dobro da capacidade de geração de energia do estacionamento. É mais sol brilhando no lugar certo.

“É saber que você está utilizando, está sendo beneficiado e ainda está gerando energia. Aí é tudo de bom. Aí é muito legal”, disse a estudante Josina do Nascimento.

 Fonte:  Portal G1

 

Confiram as fotos da Inauguração clicando aqui.

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